sexta-feira, 11 de março de 2011

15º dia - Último país: Holanda (Amsterdan)

Saindo de Bruxelas

Ao contrario de quando chegamos, ao invés de pegarmos o bondinho na estação Gare du Nord (que fica na frente do nosso hotel ), nós fomos até a estação Rogier (a que pegamos todos os dias de graça) para irmos até a estação Gare du Midi (onde pega o trem internacional).

Chegamos com 2 horas de antecedencia e aproveitamos para tomar um chocolate quente numa lojinha da estação, onde também pudemos acessar a internet para ler uns emails e ver umas notícias.

Passado o tempo de sobra, fomos atrás da área do nosso embarque e com a falta de informações para turistas (em Bruxela eles fazem tudo nas línguas oficiais do país: frances e holandes) acabamos sofrendo para descobrir que não tinhamos que passar por nenhuma alfandega ou policia federal, apenas tinhamos que subir a plataforma do nosso trem e embarcar rumo há Amsterdan.

A viagem de trem Bruxelas-Amsterdan é muito, mas muito mais interessante que as do Euro Tunel, pois passa-se por pouquíssimos tuneis e a paisagem é muito bonita.

Em Amsterdan

Assim que chegamos em Amsterdan seguimos algumas placas bastante intuitivas (desenhos) espelhadas pela estação central e não tivemos dificuldades em encontrar o barco que nos levaria para o nosso hotel (sim, ele fica do outro lado do rio maior, separado do centro de Amsterdan). No entanto, assim que chegamos no ‘estacionamento’ dos barcos, nos deparamos com três opções e após sofrermos um pouco descobrimos qual pegar para chegarmos no nosso destino.

Assim que embarcamos no ‘barco-balsa’ percebemos que ele é gratuito e para a nossa sorte, o Amstel Botel (o nosso hotel imita/é um tipo de navio ancorado) fica ao lado da parada desse transporte.

Primeiras impressões

Deixamos as malas no hotel e voltamos para pegar uma balsa de volta para o centro (elas passam de 15 em 15 min, aumentando o tempo a noite e parando na madrugada). Chegando em terra firme fomos bater perna e já começamos a avistar muitas bicicletas (é impressionante o número), além dos famosos canais. Outra coisa que vimos muito são os cafés-fumodromos, onde a galera fica fumando marijuana a vontade, dentro e fora dos estabelecimentos, fazendo com que as ruas cheirem a erva (a Li ficou maluca).

Com fome (para variar), paramos em um restaurante (adivinhem?! ITALIANO!) e a Li pediu... CARNE! e eu um penne com molho de 4 queijos. Satisfeitos, fomos conhecer mais um pouco da cidade antes de voltarmos para o nosso hotel.

Agora a noite nos informamos melhor de todos os horários dos transportes, vimos algumas rotas alternativas de ida e volta e também preparamos um roteiro para os próximos dias, pois se tudo der certo, iremos para a PRAIA no nosso último dia de Europa.

Por enquanto é isso. Compramos um pacote de internet (também não é gratis) de 60 min por 5 euros (o tempo é contado enquanto estivermos conectados, podendo ser usado por vários dias) e poderemos manter todos atualizados quanto a nossa condição, já que aqui o negócio é mais embaixo!

Beijos a todos,

Saudades de todos...

Li e Dé.

Fotos do 14º dia


(Lado bom de Bruxelas)

14º dia - Conhecendo Bruxelas

Atomium

Pegamos o metro logo cedo (novamente sem pagar, pois a nossa estação não tem catracas) e fomos até a estação Heysel. Nesse lugar estão alguns dos principais pontos turísticos de Bruxelas, o Atomium e a Mini Europa.

Logo que chegamos avistamos o Atomium e fomos na sua direção. Ainda no caminho passamos pela Mini Europa, onde descobrimos que a mesma estava fechada para reformas (decepcionando a Li de vez).

Sem outra opção, compramos os tickets para subir no Atomim por 19 euros os dois e fomos conhece-lo. Dentro dele tivemos mais uma decepção: apenas algumas das bolas do Atomium estavam abertas ao pública e algumas outras estavam em reforma.

Depois que conhecemos todas as opções disponíveis, fomos comprar um mapa da cidade (pois acreditem, nosso hotel não tinha um) e acabamos conhecendo um brasileiro que nos passou algumas dicas de passeios pela cidade.

Passeios (parques, catedral, museu de instrumentos musicais, palacio, etc...)

Como sugerido por nosso conhecido, fomos ao Parque de Bruxelas, onde tiramos algumas fotos e vimos alguns prédios famosos em sua volta. Saindo de lá ainda passamos numa catedral que parece a Notre Dame, um prédio da União Europeia e alguns palacios.

Com fome, paramos para almoçar em restaurante bem simples onde eu comi um Panini gigante e a Li, para variar, comeu macarrão a bolonhesa. Como não queriamos parar para jantar, compramos uma baguete para viagem e voltamos ao nosso passeio pela cidade.

Mais passeios

Pegamos mais um metro de graça, dessa vez para outro parque, e lá encontramos um monumento que parece o Arco do Triunfo. Passamos ainda no prédio de reuniões da União Europeia, onde estava ocorrendo outro protesto de árabes e com o local cheio de policiais.

Visitamos ainda o Parlamento e começamos uma caça por uma famosa galeria com lojas de chocolates. Enquanto faziamos a busca, encontramos uma outra lojinha chamada L’arte du Chocolat que fizemos a festa nas desgustações e compras.

Saindo dela encontramos a Galeria a poucos passos de distância e ficamos admirando mais algumas barras.

Wafle e Hotel de Vile

Cansados dos longos passeios, paramos em uma casa de Wafles para experimentar um de chocolate e logo após fomos até o Hotel de Ville, um palácio muito bonito que ficava ali perto.

Mercado e descanso

Já tarde, voltamos para o nosso hotel, contudo, paramos em um mercadinho no caminho e compramos alguns mantimentos como Pringles (que diz ser Made In Belgium), Coca, Bolachas, etc...

Beijos a todos... Amanhã as 13h iremos para Amsterdan...

quarta-feira, 9 de março de 2011

Fotos do 13º dia


(Paisagem vista do nosso hotel em Bruxelas)

13º dia - Bruxelas: Boa ou Ruim?

Viagem de trem

Mesmo com as malas já prontas, nos atrasamos um pouco para nos aprontar hoje cedo e ainda tivemos que passar num mercadinho para comprarmos alguns mantimentos, além de torrarmos as libras que nos restaram.

Antes de irmos para a estação de trem paramos para nos despedirmos do Bibbó e da Aline 3 – que voltaram para o Brasil – e também fizemos umas trocas com eles de filmadoras, além de pegarmos uns adaptadores de eletrecidade.

Atrasados, chegamos na estação de trem faltando apenas 1 hora para a partida do trem, mas, ao contrário da ida para Londres, não encontramos dificuldades nenhuma na alfandega e tivemos que ficar esperando a liberação para a plataforma.

Durante a viagem a Li durmiu bastante e eu fiquei brincando no celular (acompanhando a velocidade do trem atraves do GPS e um aplicativo), também tirando algumas fotos.

Ao contrário da ida para Londres, dessa vez fomos conhecer o Bar do trem, porém, quando fomos nós já estavamos chegando no destino e ele estava fechado.

Primeira impressão

Chegando em Bruxelas encontramos um país melhor estruturado que os outros (com escadas rolantes e elevadores para todo lado). Pegamos uma espécie de bonde e fomos rumo a estação Gare du Nord, onde nosso hotel fica ao lado.

Já na nova estação começamos a ver como seria o resto do dia. Primeiro sofremos para enteder as placas – apenas em frances e holandes -, depois com as diversas informações erradas que recebemos, nos fazendo subir e descer escadas com um monte de mala nas costas.

Após muito sobe e desce e eu suando, finalmente encontramos a saída certa e, ao contrário do que imaginavamos, nosso hotel fica em uma especie de Brás cheio de árabes e cinemas de sexo.

Assustados, deixamos as coisas no hotel e fomos conhecer o outro lado da cidade, para ver se a cidade não seria aquele pulgueiro que vimos.

Lado bom e Almoço

Depois de andarmos umas 4 estações de metro com um mapa impresso em folha de rascunho pelo funcionário do nosso hotel, chegamos na parte boa da cidade, onde vimos várias lojas de luxo, restaurantes bons e pessoas bonitas.

Nesse local almoçamos em um grill e compramos uns controles para o meu primo (viu Del!).

Preocupados em chegarmos muito tarde no hotel e não sabermos como é a vizinhança, voltamos cedo.

Fim do dia

Ao descermos na estação de volta para o nosso hotel, nos deparamos com um prédio muito alto que fica mudando de cor. Tiramos algumas fotos e pegamos um caminho alternativo e muito melhor para o nosso hotel, que nos faz evitar o ‘Brás’.

Elaboramos um roteiro para amanhã e agora vamos durmir para aproveitar o máximo do próximo dia, que será o único aqui na cidade.

Observações: As estações de metro aqui são bizarras, pois nós compramos os tickets e não precisamos passar em algumas estações, nos permitindo ‘burlar’ o sistema.

- O nosso hotel é bem grande, com quartos espaços e janelas enormes, porém, não parece ser muito bem cuidado.

PS: Desculpem-nos por ficar tanto tempo sem escrever. Em Londres estavamos mortos e também não tinhamos internet no quarto, apenas nas áreas comuns, por isso escrevemos e enviamos os últimos dias tudo hoje.

Fotos do 12º dia

(Na saída do musical We Will Rock You)

12º dia - Finalizando em Londres

Compras e Pizza Hut

Para o nosso última dia em Londres mudamos o nosso roteiro e voltamos para a super loja no centro da cidade, a Lillywhite.

Fizemos muitas compras – de novo – e fomos almoçar numa Pizza Hut que ficava em frente. Assim como na França, pegamos um espécia de rodizio de pizza, mas desta vez com buffet de almoço.

Saindo da pizzaria eu e a Li pegamos o tradicional onibus de dois andares e voltamos para o hotel, pois tinhamos que deixar as malas prontas para irmos até Bruxelas no dia seguinte.

Onibus e arrumando as malas

No tradicional onibus inglês tivemos uma incrível vista do nosso percurso do segundo andar e ainda podiamos ficar olhando tudo que acontecia no onibus através de um monitor que fica exposto para todos. Da nossa vista conhecemos o Green Park e várias ruas que não havíamos passado ainda.

Após o passeio de onibus na mão inglesa, sofremos para conseguirmos fechar as malas com as compras que fizessemos e nos preparamos para a grande noite.

Musical: We Will Rock You

Animados, saimos com 1 hora e meia de antecedencia para o musical. Como chegamos cedo, paramos para lanchar na frente do teatro e acabamos conhecendo uns brasileiros por lá (alias, só haviam brasileiros da lanchonete).

Já perto do horário, entramos para assistirmos o espetaculo e lá ficamos numa ótima posição, perto do palco, porém, atrás de um japones enorme e na frente de uma familia brasileira que não calava a boca.

Com o decorrer do espetaculo (que é de arrepiar), fomos para umas cadeiras vazias ao lado e ficamos muito mais acomados, sem vizinhos na frente e atrás.

Durante o intervalo da peça tomamos um Hagen Daz e ao final voltamos de metro para o hotel.